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É extremamente delicado o jogo que pode se armar entre o Previsível e o Imprevisível.
Gosto da palavra Previsível somente quando desejo que as coisas tendam para uma certeza absoluta e irrevogável. Estudei muito para a prova, logo minha nota será alta.
Entretanto, sinto me seduzido pela palavra Imprevisível.
O Imprevisível se apóia firmemente no mesmo campo semântico da palavra Surpresa.
Surpresas Boas? Ruins? Não me importa. Por favor, que me peguem com as calças curtas.
E o Acaso? O Acaso tem seus donos, já que nenhuma ação deveria acontecer sem um agente.
No fundo o Acaso é o Imprevisível que acontece por descuido do Previsível. Nada é por acaso? Talvez não, talvez sim. Prefiro me deixar levar pelo Previsível frio na barriga provocado pela Surpresa do Imprevisível.
Previsível demais? Pois bem, reforço: que me peguem com as calças curtas.
O Imprevisível se apóia firmemente no mesmo campo semântico da palavra Surpresa.
Surpresas Boas? Ruins? Não me importa. Por favor, que me peguem com as calças curtas.
E o Acaso? O Acaso tem seus donos, já que nenhuma ação deveria acontecer sem um agente.
No fundo o Acaso é o Imprevisível que acontece por descuido do Previsível. Nada é por acaso? Talvez não, talvez sim. Prefiro me deixar levar pelo Previsível frio na barriga provocado pela Surpresa do Imprevisível.
Previsível demais? Pois bem, reforço: que me peguem com as calças curtas.





